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30/01/18

O comuna Carlos Fiolhais e o dogma apocalíptico do Aquecimento Global Antropogénico

 

O Carlos Fiolhais é do tipo de comuna mais perigoso: daqueles que dizem que não são comunas, mas que têm uma ideologia e uma práxis comunas.

nasa-webUm tal Tiago Ramalho escreveu no jornal Púbico um artigo com o título “A relação difícil de Trump com a ciência” que mereceu o apoio total do comuna Carlos Fiolhais. Para o jornaleiro do Púbico (e também para Carlos Fiolhais ), Donald Trump tem “uma relação difícil com a ciência” porque não engole o dogma comuna do Aquecimento Global Antropogénico — e é um dogma porque a teoria do Aquecimento Global não é falsificável.

O pensamento do Carlos Fiolhais acerca das causas ou efeitos do CO2 na atmosfera é dogmático. Aliás, ele parte de um falso pressuposto: o de que o CO2 é a causa de um possível Aquecimento Global, quando na realidade o CO2 é um efeito de um possível e temporário Aquecimento Global devido à actividade do Sol. Senão, vejamos um vídeo (em baixo) em que a NASA desmistifica o tese do Aquecimento Global Antropogénico.

O jornaleiro do Púbico, com o apoio do comuna Carlos Fiolhais , fala mesmo em “apocalipse”:

« As “horas” estão a contar no Relógio do Apocalipse, acertado na última quinta-feira em relação ao ano de 2017. O painel de cientistas que girou os “ponteiros” deste relógio metafórico colocou-nos mais perto da meia-noite, como no tempo da Guerra Fria e da corrida ao armamento nuclear. »

Caros leitores: isto não é ciência!, é ideologia política! O Carlos Fiolhais que vá para a pata que o pôs, mais a Escatologia Aquecimentista que substitui agora o “Fim da História” marxista.

 

15/01/16

O Rerum Natura e as alterações climáticas

 

O Rerum Natura anuncia uma palestra sobre o negacionismo das alterações climáticas. Obviamente que se trata de um espantalho, porque desde que existe atmosfera terrestre que existem alterações climáticas.

Portanto, o que se nega não são as “alterações climáticas”; o que se nega é o que o blogue Rerum Natura defende, que é a nova teoria malthusiana do Aquecimento Global Antropogénico segundo a qual, grosso modo, as alterações climáticas se devem aos peidos das vacas e aos arrotos dos bebés — e, portanto, temos todos que comer palha e abortar à fartazana (e importar muçulmanos).

Servindo-se de uma visão apocalíptica e milenarista cientificista das alterações climáticas (alterações climáticas que sempre existiram), essa gentalha engana o povo servindo-se de uma pseudo-ciência — porque é claro que as alterações climáticas existem, como sempre existiram. O que a ciência não pode saber, de forma segura, é o que nos reserva o futuro em relação às alterações climáticas, porque não sabemos o comportamento futuro do Sol.

Desta forma, a tese apocalíptica das alterações climáticas transformou-se em um instrumento político: já não estamos na área da ciência, mas antes na área do cientismo. O Carlos Teixeira pode ter todos os doutoramentos / alvarás de inteligência do mundo, mas, quando utiliza o argumento das alterações climáticas para defender a tese do Aquecimento Global Antropogénico, não passa de um charlatão.