Vemos na foto em baixo os “alemães” vencedores do concurso de beleza de “Miss e Mister Alemanha”.
(fonte).18/01/19
04/07/18
Hoje, quem se preocupa com o futuro da sua família e do seu país, é “fassista”
Vemos uma criatura que se diz da Não-esquerda e militante do CDS, Ribeiro e Castro, dizer que o ministro italiano Matteo Salvini é “perigoso” porque se opõe à imigração ilegal em massa. Mas não se trata de uma opinião isolada: vemos por essa Europa fora, gente que se diz da Não-esquerda (a começar por Angela Merkel e Macron, e o próprio papa-açorda) que defende a ideia da liberalização da imigração ilegal em massa.
Parece que quem se preocupa com o futuro da sua família e do seu país, quem pretende preservar (dentro do possível) a cultura antropológica da sociedade em que vive, quem defende os valores que caracterizam o Ocidente — é “fassista”!. E é a própria Não-esquerda que imita a Esquerda mais radical, nesta como noutras áreas. Praticamente já não distinguimos o discurso do Ribeiro e Castro (CDS) do da Catarina Martins (Bloco de Esquerda).
¿O que é que se está a passar?!
Vemos aqui um exemplo do que se está a passar: uma tal Paula Ferreira (aposto que ela não tem filhos) escreve o seguinte no Jornal de Notícias:
“A recusa em prestar apoio humanitário a homens, mulheres e crianças, fugidos da guerra, fugidos da fome, à procura de uma vida digna, devia fazer corar de vergonha as velhas e novas democracias europeias.
Além disso, a recusa de acolhimento contradiz a necessidade de rejuvenescimento de uma Europa envelhecida, sem vontade de contribuir para o aumento da natalidade”.
Temos aqui (na citação) condensada a demagogia da “ruling class” actual. São estas as “elites” que pretendem destruir o povo que dizem representar.
Reparem como a dita Paula passa rápida- e sub-repticiamente do “apoio humanitário”, por um lado, ao critério da emigração que “procura uma vida digna” (imigração económica), por outro lado. O critério da “procura da vida digna”, que a criatura defende como critério de entrada na Europa de Schengen, (em tese) legitima a entrada dos actuais 1,2 mil milhões de africanos na Europa — porque a maioria deles poderia encontrar na Europa “uma vida mais digna” (seja o que for o que signifique “uma vida digna”).
Mas o problema não fica por aqui.
A imigração em massa é apresentada, por essa gentalha, como uma solução para o problema da baixa natalidade na Europa — sendo que essa baixa natalidade é produto de décadas de doutrinamento ideológico da ruling class contra a vida humana através de putativos “direitos reprodutivos”, ou seja, “direitos de braguilha”. Andaram décadas a desincentivar a natalidade, e agora preocupam-se com a natalidade dizendo que a imigração em massa vai resolver o problema que eles próprios criaram.
Os factos estão aí, à vista, para quem os quer ver: por exemplo, na Austrália, mais de 50% dos imigrantes muçulmanos em idade activa não querem trabalhar; na Alemanha da Angela Merkel, cerca de 90% dos ditos "refugiados" não trabalham. Ficamos todos sem saber como é que a imigração ilegal e em massa resolverá o problema das reformas dos futuros europeus.
Ademais, a ruling class europeia defende e legitima o tráfico de carne humana e a escravatura que já se provou que existe hoje na Líbia.
Uma “elite” europeia de filhos-de-puta arroga-se no direito de chamar “fassista” ao ministro italiano Matteo Salvini, e simultaneamente comportam-se como ideólogos negreiros que causariam inveja a John Locke.
E vão mais longe!: consideram uma grande parte dos povos da Europa, que não aceitam a imigração ilegal e em massa, como sendo de “extrema-direita”! (“o povo não presta e tem que ser substituído!”).
Finalmente, temos a querela política acerca do Estado-Nação. Tanto o Ribeiro e Castro como a Catarina Martins (para não falar no PSD de Rui Rio, no Partido Socialista e na maçonaria) encarniçam-se contra as fronteiras que delimitam o Estado-Nação. Parece que é um dado adquirido que as fronteiras foram todas abolidas, e em todo o mundo. Ribeiro e Castro parece que sofreu uma lobotomia que lhe tolhe o juízo e o raciocínio, colocando-o ao nível intelectual da Catarina Martins.
Quando a democracia assusta os filhos-de-puta que compõem a ruling class , então dizem que é “populismo”.
Vemos nas fotos em baixo o esquema do tráfico negreiro para a Europa, e na segunda foto, a alemã radical Pia Kempel, a capitã do navio “Iuventa”, um dos que organiza o tráfico negreiro a partir do norte de África.
03/04/18
27/01/16
A psicótica Teresa de Sousa e o argumento ad Hitlerum em relação ao controlo da imigração
A jornaleira Teresa de Sousa compara as medidas da Dinamarca de controlo da imigração, por um lado, com o holocausto nazi, por outro lado. Naturalmente que teria que ser no jornal Púbico.
A psicose é um quadro psicopatológico clássico, reconhecido pela psiquiatria, pela psicologia clínica e pela psicanálise, como um estado psíquico no qual se verifica certa "perda de contacto com a realidade".
Segundo Freud, enquanto que na neurose, o Eu tenta recalcar as reivindicações pulsionais, na psicose produz-se uma ruptura entre o Eu e a realidade, o que deixa o Eu sob domínio do ID. Num segundo momento, o Eu reconstrói a realidade segundo os desejos do ID (construções delirantes).
Comparar o controlo da imigração, por um lado, com o holocausto nazi, por outro lado, revela a psicose da Teresa de Sousa. Ela precisa de tratamento urgente.
Aliás, praticamente toda a Esquerda padece de um tipo especifico de psicose: o delírio interpretativo, que é incurável, embora sem demência terminal.
26/01/16
A Europa das milícias e sem polícia
À medida que a polícia cumpre ordens do Poder politicamente correcto e se afasta dos cidadãos (como está a acontecer também na Alemanha: ler artigo), os cidadãos franceses organizam-se na defesa da sociedade contra a acção ilegal e anti-social dos imigrantes.
Podemos ver neste vídeo em baixo, cidadãos franceses organizados a reprimir, em Paris, um assalto a uma loja, por parte de imigrantes.
14/01/16
O Francisco Sena Santos “supunheta”
Em ciência, desconfiamos das coincidências. A indução é raciocínio por analogia; perante uma coincidência, procuramos encontrar um qualquer nexo causal que a justifique. Podemos estar errados no nosso raciocínio, mas não podemos desprezar a indução.
Toussenel, que foi discípulo de Fourier, dizia que “a analogia possui o privilégio de não poder ensinar uma ciência sem as ensinar a todas”.
Quando dois fenómenos coincidem no tempo e no espaço, o espírito científico fica em estado de alerta e raciocina por analogia (indução). Por exemplo, coincide no tempo e no espaço que a Alemanha recebeu cerca de 1 milhão de “refugiados” desde o verão de 2015, por um lado, e por outro lado aconteceram as agressões a mulheres em várias cidades alemãs, durante a noite de Ano Novo, por parte de homens de origem muçulmana.
Mas o Francisco Sena Santos (FSS) não aceita o raciocínio por analogia e despreza as coincidências:
“Mas este caso da noite de passagem de ano em Colónia – há relatos de outros em outras cidades alemãs, o que já levou as autoridades alemãs a falarem de ataque organizado – remete unanimemente para agressores da bacia sul do Mediterrâneo. Apareceu logo quem apontasse o dedo aos refugiados a quem Merkel abriu as portas no último Verão. Custa crer que os agressores possam ser os novos refugiados. Não parece provável que gente que acaba de arriscar a vida para chegar à terra ambicionada arrisque pôr a esperança em causa encurralando-se numa noite de loucura. Aliás, os indícios já disponíveis apontam para imigrantes de segunda ou terceira geração, jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa e que sentem que conquistam poder ao impor o medo.
Não sabemos ao certo o que estava na cabeça dos agressores. Nem sabemos exactamente quem são. Sabemos que a maioria deles tem origens no mundo árabe-muçulmano. Supõe-se que a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”.
Ou seja, para o FSS, o facto de terem entrado em 2015, e na Alemanha, cerca de 1 milhão de “refugiados” não significa que os ataques a mulheres alemãs tenham vindo da parte destes.
Segundo o FSS, a culpa do comportamento dos jovens muçulmanos é da sociedade alemã: “jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa”. Coitados! Se os jovens muçulmanos violam mulheres alemãs, é óbvio que a culpa é dos alemães.
Isto é típico do arquétipo mental do politicamente correcto: a inversão da moral.
E depois, o FSS entra no âmbito do “supunhetamos”: ele “supunheta” que “a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”. E ¿por quê? Porque sim! Perante determinadas coincidências factuais, somos livres de “supunhetar”. Podemos supunhetar, por exemplo, que o facto de a chuva cair não tem nada a ver com o fenómeno da evaporação e da condensação da água; podemos dizer, em vez disso, que a chuva cai porque o S. Pedro está zangado connosco.
Supunhetar não paga imposto. O problema é que o FSS é jornalista e escreve nos me®dia, e por isso o povo tem que aturar a sua (dele) masturbação politicamente correcta.
Entrevista com jovens imigrantes muçulmanas na Alemanha
As diferenças culturais são de tal forma grandes que é praticamente impossível uma integração dos imigrantes muçulmanos na Alemanha ou em qualquer país europeu.
11/01/16
O discurso da chamada “extrema-direita” corresponde à realidade
Hoje, e segundo a elite politicamente correcta que coordena o leviatão que é a União Europeia, a maioria dos povos da Europa são de extrema-direita; e a ideia da elite é a de substituir esses povos de “extrema-direita” por outros povos alegadamente mais consentâneos com o politicamente correcto.
Ou seja, os povos da Europa não servem, não prestam. E se um povo é uma merda porque — alegadamente — é de “extrema-direita”, então há que eliminá-lo da face da Terra.
São os povos da Europa que estão errados; e a elite política da União Europeia está correcta.
06/01/16
A culpa é das vítimas
“The Mayor of Cologne says women should adopt a “code of conduct” to prevent future attacks following trouble on New Year's eve when women in the city centre were subjected to sexual assaults by hundreds of men.
Henriette Reker attended an emergency meeting with police and other officials on Tuesday to discuss how best to deal with the crimes that occurred when 1,000 men, “of Arab or North African appearance”, took over the area around the main station”.
→ Mayor of Cologne urges code of conduct for young women to prevent future assaults
Centenas de mulheres alemãs foram molestadas sexualmente (e algumas violadas), na cidade alemã de Colónia, por um milhar de “refugiados” segundo o critério do blogue Jugular. Essas mulheres molestadas não andavam nuas na rua, nem sequer de mini-saia no Inverno da Alemanha: estavam vestidas normalmente.
A Presidente da Câmara Municipal de Colónia, Henriette Reker (na imagem: um camafeu e um estafermo inédito! Deve ser feminista!) estabeleceu um código de conduta para as mulheres da cidade, que inclui manterem-se a um braço de distância dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular), não se afastarem do seu grupo, e pedir ajuda a transeuntes.
Ou seja, a culpa do comportamento dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular) é das vítimas.
Inverte-se a moral, o que é uma característica do politicamente correcto. A culpa da violação sexual da mulher branca europeia por parte do muçulmano, é da mulher branca — porque os muçulmanos estão (por enquanto) em minoria. Ora, é preciso proteger as minorias.
