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24/01/16

A cultura antropológica ocidental está inferiorizada

 

Vemos aqui em baixo duas fotografias: a primeira, a de uma paragem de transportes públicos na Rússia; e a segunda a de uma paragem em um país anglo-saxónico. Obviamente que ambas as imagens reflectem excepções: nem todas as paragens de “bus” são assim nesses países; mas as fotografias dão uma ideia das abissais diferenças culturais existentes entre o Ocidente, por um lado, e a Rússia, por outro lado.

paragem-na-russia-web

paragem-no ocidente-web

Racionalmente, é impossível defender a superioridade cultural do Ocidente. É esta uma das razões por que o Islão avança pela Europa adentro: o Ocidente perdeu autoridade moral.

Os Estados Unidos estão na frente do movimento de decadência ocidental. Por isso é que surgiu o fenómeno de Donald Trump, que é uma tentativa desesperada (e quase patética) de travar (sem sair do sistema político existente) o que parece ser inevitável: o desabar da cultura antropológica que sustenta o sistema político. A propriedade privada e as convicções religiosas começam a ser colocadas em causa nos Estados Unidos através do judicialismo que substitui a política:

13.000 dollars d’amende pour un couple de fermiers américains qui refuse d’accueillir un « mariage » homosexuel

Os Estados Unidos de Obama e comandita representam hoje a frente de Esquerda internacional.

23/01/16

O Islamismo pretende subverter a Europa

 

Estas imagens não são do Iraque ou do Egipto: passam-se no Metro de Paris. Vêem-se nelas uma afronta pública que pretende ser subversiva, não só dos costumes europeus (ninguém berra no Metro), mas sobretudo subversiva no sentido de uma contra-cultura que pretende a supremacia.

14/01/16

O Francisco Sena Santos “supunheta”

 

Em ciência, desconfiamos das coincidências. A indução é raciocínio por analogia; perante uma coincidência, procuramos encontrar um qualquer nexo causal que a justifique. Podemos estar errados no nosso raciocínio, mas não podemos desprezar a indução.

Toussenel, que foi discípulo de Fourier, dizia que “a analogia possui o privilégio de não poder ensinar uma ciência sem as ensinar a todas”.

Quando dois fenómenos coincidem no tempo e no espaço, o espírito científico fica em estado de alerta e raciocina por analogia (indução). Por exemplo, coincide no tempo e no espaço que a Alemanha recebeu cerca de 1 milhão de “refugiados” desde o verão de 2015, por um lado, e por outro lado aconteceram as agressões a mulheres em várias cidades alemãs, durante a noite de Ano Novo, por parte de homens de origem muçulmana.

Mas o Francisco Sena Santos (FSS) não aceita o raciocínio por analogia e despreza as coincidências:

“Mas este caso da noite de passagem de ano em Colónia – há relatos de outros em outras cidades alemãs, o que já levou as autoridades alemãs a falarem de ataque organizado – remete unanimemente para agressores da bacia sul do Mediterrâneo. Apareceu logo quem apontasse o dedo aos refugiados a quem Merkel abriu as portas no último Verão. Custa crer que os agressores possam ser os novos refugiados. Não parece provável que gente que acaba de arriscar a vida para chegar à terra ambicionada arrisque pôr a esperança em causa encurralando-se numa noite de loucura. Aliás, os indícios já disponíveis apontam para imigrantes de segunda ou terceira geração, jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa e que sentem que conquistam poder ao impor o medo.

Não sabemos ao certo o que estava na cabeça dos agressores. Nem sabemos exactamente quem são. Sabemos que a maioria deles tem origens no mundo árabe-muçulmano. Supõe-se que a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”.

Ou seja, para o FSS, o facto de terem entrado em 2015, e na Alemanha, cerca de 1 milhão de “refugiados” não significa que os ataques a mulheres alemãs tenham vindo da parte destes.

Segundo o FSS, a culpa do comportamento dos jovens muçulmanos é da sociedade alemã: “jovens socialmente débeis que se consideram discriminados na Europa”. Coitados! Se os jovens muçulmanos violam mulheres alemãs, é óbvio que a culpa é dos alemães.

Isto é típico do arquétipo mental do politicamente correcto: a inversão da moral.

E depois, o FSS entra no âmbito do “supunhetamos”: ele “supunheta” que “a maioria dos agressores vem do meio dos imigrantes, não do dos refugiados”. E ¿por quê? Porque sim! Perante determinadas coincidências factuais, somos livres de “supunhetar”. Podemos supunhetar, por exemplo, que o facto de a chuva cair não tem nada a ver com o fenómeno da evaporação e da condensação da água; podemos dizer, em vez disso, que a chuva cai porque o S. Pedro está zangado connosco.

Supunhetar não paga imposto. O problema é que o FSS é jornalista e escreve nos me®dia, e por isso o povo tem que aturar a sua (dele) masturbação politicamente correcta.

08/01/16

As feministas do blogue Jugular não comentam as violações de mulheres em Colónia

 

As feministas (e os “feministos”) do Jugular ficaram caladas em relação às agressões sexuais dos imigrantes islamitas na cidade alemã de Colónia.

Em baixo vemos um vídeo de violência sexual colectiva islâmica sobre uma mulher alemã.

 

06/01/16

A culpa é das vítimas

 

“The Mayor of Cologne says women should adopt a “code of conduct” to prevent future attacks following trouble on New Year's eve when women in the city centre were subjected to sexual assaults by hundreds of men.

Henriette Reker attended an emergency meeting with police and other officials on Tuesday to discuss how best to deal with the crimes that occurred when 1,000 men, “of Arab or North African appearance”, took over the area around the main station”.

Mayor of Cologne urges code of conduct for young women to prevent future assaults

Henriette RekerCentenas de mulheres alemãs foram molestadas sexualmente (e algumas violadas), na cidade alemã de Colónia, por um milhar de “refugiados” segundo o critério do blogue Jugular. Essas mulheres molestadas não andavam nuas na rua, nem sequer de mini-saia no Inverno da Alemanha: estavam vestidas normalmente.

A Presidente da Câmara Municipal de Colónia, Henriette Reker (na imagem: um camafeu e um estafermo inédito! Deve ser feminista!) estabeleceu um código de conduta para as mulheres da cidade, que inclui manterem-se a um braço de distância dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular), não se afastarem do seu grupo, e pedir ajuda a transeuntes.

Ou seja, a culpa do comportamento dos “refugiados” (segundo o critério do blogue Jugular) é das vítimas.

Inverte-se a moral, o que é uma característica do politicamente correcto. A culpa da violação sexual da mulher branca europeia por parte do muçulmano, é da mulher branca — porque os muçulmanos estão (por enquanto) em minoria. Ora, é preciso proteger as minorias.